AP | Notícias


III CAMINHADA POR BOASSAS, sáb.31.DEZ.2016


A associação por Boassas organiza a III Caminhada Por Boassas a realizar no próximo dia 15.abr.2017.
São cerca de 10km com pequenos percursos que alternam com visitas a pontos de interesse da aldeia, património em especial (consulte aqui o programa completo).
Esta atividade tem origem e decorre numa das primeiras "Aldeias de Portugal" classificadas pela ATA, Associação de Turismo de Aldeia, através da Dolmen.
Podem ser obtidas mais informações através do e-mail manuelcerveirapinto@hotmail.com.
(01.mar.2017)



BESTANÇA EM DESTAQUE!


É em plena Serra de Montemuro no concelho de Cinfães que nasce o incomparável Rio Bestança.
A 1229 metros de altitude, iniciamos uma caminhada de puras emoções com muito por descobrir no que é considerado um dos rios com melhor qualidade ambiental da Europa. Afluentes límpidos e puros juntam-se aos 13,5 Km de leito entre a fauna e flora selvagem do vale que caminha em direção ao Douro.
Com imagens que ficarão na nossa memória… com um convite à visita, à descoberta, esta time-lapse leva-nos numa viagem de encantos desde a sua nascente à sua foz... (Pedro Sá & Tânia Sousa Produções)
(27.dez.2016)



II CAMINHADA POR BOASSAS, sáb.31.DEZ.2016


A associação por Boassas organiza a II Caminhada Por Boassas a realizar já no próximo dia 31.dez.2016.
São cerca de 10km com pequenos percursos que alternam com visitas a pontos de interesse da aldeia, património em especial (consulte aqui o programa completo).
Esta atividade tem origem e decorre numa das primeiras "Aldeias de Portugal" classificadas pela ATA, Associação de Turismo de Aldeia, através da Dolmen.
Podem ser obtidas mais informações através do e-mail manuelcerveirapinto@hotmail.com.
(14.dez.2016)


EXPOSIÇÃO: IV CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE BOASSAS




A Associação Por Boassas leva a cabo a inauguração da 1.ª exposição dos trabalhos referentes ao “IV Concurso Internacional de Fotografia de Boassas” que terá lugar no próximo dia 6 de Novembro, pelas 15.00h no edifício da antiga escola primária, sita no lugar de Boassas, freguesia de Oliveira do Douro, concelho de Cinfães e estará patente até ao dia 06.fev .2017.
O IV Concurso Internacional de Fotografia, subordinado ao tema “Boassas. O quotidiano, o património natural e a biodiversidade” ocorreu em julho deste ano e visou a promoção e divulgação da aldeia de Boassas e zona envolvente, alertando e sensibilizando as pessoas para a importância do património humano, da paisagem, dos valores patrimoniais e ambientais da povoação e da área natural que a envolve, incentivando-as para a sua conservação e preservação.
Esta atividade tem origem e decorre numa das primeiras "Aldeias de Portugal" classificadas pela ATA, Associação de Turismo de Aldeia, através da Dolmen.
(02.nov.2016)


I CAMINHADA POR BOASSAS, sáb.12.NOV.2016




A associação por Boassas em parceria com a AMUT (Associação Mutualista de Gondomar) organizam a I Caminhada Por Boassas a realizar já no próximo dia 12.nov.2016.
São cerca de 10km com pequenos percursos que alternam com visitas a pontos de interesse da aldeia, património em especial (consulte aqui o programa completo).
Esta atividade tem origem e decorre numa das primeiras "Aldeias de Portugal" classificadas pela ATA, Associação de Turismo de Aldeia, através da Dolmen.
Podem ser obtidas mais informações através do e-mail manuelcerveirapinto@hotmail.com.
(24.out.2016)


IV CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE BOASSAS



A Associação Por Boassas leva a efeito o seu IV Concurso Internacional de Fotografia, subordinado ao tema “Boassas. O quotidiano, o património natural e a biodiversidade”, convidando todos os associados, amigos e amantes de fotografia a participar.
O concurso visa a promoção e divulgação da aldeia de Boassas e zona envolvente, alertando e sensibilizando as pessoas para a importância do património humano, da paisagem, dos valores patrimoniais e ambientais da povoação e da área natural que a envolve, incentivando-as para a sua conservação e preservação.
Ao propor nesta 4.ª edição o tema «Boassas. O quotidiano, património natural e biodiversidade» pretende-se sensibilizar para a importância da paisagem humana, dos usos e costumes, da cultura dos mais velhos e dos seus saberes, bem como para a valorização e preservação da paisagem, da envolvente natural da aldeia e da sua biodiversidade de forma a contribuir para o aumento do turismo de natureza e actividades que o possam complementar, gerando oportunidades de emprego e rentabilidade, ajudando a fixar população jovem e perspectivando assim um futuro mais sustentável para os seus habitantes.
Esta atividade tem origem e decorre numa das primeiras "Aldeias de Portugal" classificadas pela ATA, Associação de Turismo de Aldeia, através da Dolmen.
Veja o cartaz do evento, o regulamento e inscreva-se.
(04.abr.2016)


CADERNO DE NORMAS ALDEIAS DE PORTUGAL



Com o objetivo de conferir uma uniformidade à classificação dos núcleos rurais promovidos pela Rede Aldeias de Portugal, a Associação do Turismo de Aldeia (ATA) promoveu a revisão do Caderno de Normas Aldeias de Portugal. O documento, cuja grelha de avaliação está, neste momento, a ser testada no terreno, deverá ser apresentado formalmente no início de 2015.
O processo de seleção dos núcleos candidatos à marca “Aldeias de Portugal” estará a cargo da Comissão de Avaliação das Aldeias de Portugal, constituída por representantes das seguintes entidades:
• Associação do Turismo de Aldeia (ATA)
• Comissão De Coordenação E Desenvolvimento Regional Do Norte (CCDR-N)
• Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAP-N)
• Turismo do Porto e Norte de Portugal, ER (TPNP)


BROCHURA TURÍSTICA
"ALDEIAS DO NORTE DE PORTUGAL"



A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, em parceria com a ATA – Associação de Turismo de Aldeia, apresentou no passado dia 13 de Março, na Bolsa de Turismo de Lisboa 2014 a brochura de promoção turística “Aldeias do Norte de Portugal”, ou seja, mais um importante documento que surge no âmbito da estruturação da oferta e da promoção dos recursos turísticos existentes no nosso território, constituindo uma mais-valia para a dinamização da economia local e de um património cultural, material e imaterial, de singular interesse.
Efetue o download clicando na imagem em cima.


MANUAL DE BOAS PRÁTICAS



O Manual de Boas Práticas promovido pela Associação do Turismo de Aldeia (ATA) pretende assumir-se como um instrumento útil para todos os agentes envolvidos no planeamento, implementação e gestão de projetos (turísticos) em meio rural.
Foi elaborado segundo uma metodologia bipartida que permitiu, por um lado, beneficiar do conhecimento existente sobre desenvolvimento rural, políticas públicas e turismo, e por outro lado, integrar a realização de uma reflexão em torno das iniciativas já realizadas/em curso no território de atuação da ATA, que permitiu contextualizar o próprio espectro de intervenção da Associação. O processo de análise procurou destacar as boas práticas que as intervenções têm evidenciado, bem como assinalar caminhos para progressão futura.
Efetue o download clicando na imagem em cima.

    AP | ALDEIAS DE PORTUGAL

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As Aldeias de Portugal convidam-no a contemplar, num ambiente natural, o património edificado e cultural da herança rural, as artes, tradições e ofícios da sua população, a actividade agro-pecuária, a paisagem e os produtos da terra.


  ALDEIAS DE PORTUGAL DOURO VERDE

     




ALDEIA DE ALMOFRELA (BAIÃO)




Na encosta da serra da Aboboreira, a uma altitude de cerca de 750 metros, fica Almofrela, aldeia da freguesia de Campelo, no concelho de Baião. Por entre um belo mosaico agrícola de prados e campos, pontuados por árvores e flores, espreita um pequeno aglomerado de casas de arquitetura tradicional, eiras, espigueiros e levadas. Mas como é normal neste tipo de aldeias de montanha, a gastronomia, as festas e romarias e as suas gentes são os principais pontos de interesse para quem visita Almofrela. E no que aos sabores diz respeito, seja verão ou inverno, a Tasquinha do Fumo é ponto de paragem obrigatória.
Antiga tasca recuperada e transformada em restaurante, deve o seu sucesso à qualidade dos seus pratos típicos, confecionados com ingredientes da terra e da forma tradicional. Delicie-se com o bazulaque e o anho assado com arroz de forno ou recoste-se numa espreguiçadeira junto à lareira enquanto saboreia uma broa de mistura acabada de sair do forno de lenha ou o paladar único de um café feito numa cafeteira de barro. Não deixe de visitar a capela de São Brás dos Bugalhos, um templo simples e caiado de branco no centro da aldeia onde, no primeiro fim de semana de fevereiro, tem lugar a Festa de São Brás.
Na aldeia existe um pequeno albergue, no edifício da antiga escola primária, adaptada para acolher alguns dos muitos turistas e montanhistas que por ali vão passando. É que Almofrela está incluída no percurso pedestre denominado “Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago”, um percurso de 15 quilómetros que todos os anos leva à aldeia milhares de caminhantes, interessados na ruralidade, nas tradições, na fauna, flora e geologia da Abororeira. Saiba ainda que, nas imediações da povoação, num raio de cinco quilómetros, merece visita atenta o Campo Arqueológico da Serra da Aboboreira e o seu importante conjunto de monumentos megalíticos, dos quais se destaca o monumento Nacional Chã de Parada. Uma lição de História ao ar livre!


ALDEIA DE BOASSAS (CINFÃES)




Na margem direita do rio Bestança, o antigo casario da aldeia de Boassas surge-nos como uma varanda com vista privilegiada sobre o rio Douro. Situada na freguesia de Oliveira do Douro, concelho de Cinfães, Boassas apresenta um património edificado de grande valor arquitetónico, cultural e histórico. Percorra sem pressas as ruas estreitas e os típicos pátios ornamentados de vasos coloridos com flores e descubra os vestígios do passado na arquitetura do velho casario. Não deixe de visitar a Capela da Nossa Senhora da Estrela, bem no centro da povoação e datada de 1710, e as propriedades setecentistas, Casa do Cubo e a Casa do Fundo da Rua, esta última que pertenceu à família de Serpa Pinto, ilustre explorador africano.
Também propriedade dos Serpas foi a Quinta do Paço da Serrana, famosa pela pequena e densa floresta de árvores exóticas que rodeava a casa-mãe, hoje em ruínas. Não deixe ainda de conhecer a Casa do Cerrado e a Casa do Outeiro, em cujo jardim se ergue um importante cipreste - o único do concelho classificado como árvore de interesse público! Mas Boassas também é natureza e paisagens de cortar a respiração. Para que possa usufruir em pleno das riquezas naturais da região, saiba que existem alguns locais de visita obrigatória onde pode e deve chegar a pé. Suba até à Lapa da Chã e aprecie a deslumbrante vista para o Douro, visite os Penedos e o Sítio da Tília e deixe-se encantar pelo deslumbrante rio Bestança…
Instale-se na Casa do Lódão ou na Estalagem Porto Antigo, a cerca de um quilómetro da aldeia. Aprecie o artesanato local, famoso essencialmente pela cerâmica e a latoaria. E não parta sem antes se entregar aos prazeres da gastronomia local e, em especial, a sua doçaria. Não deixe de provar o matulo, um doce de manteiga típico de Boassas, e acompanhe-o com um dos exóticos licores ali produzidos!


ALDEIA DE CANAVESES (MARCO DE CANAVESES)




Nas margens do rio Tâmega, a apenas quatro quilómetros da sede do concelho e dividida pelas freguesias de Sobretâmega e São Nicolau, situa-se a pequena aldeia de Canaveses. O singelo conjunto de casas de traça tradicional em pedra granítica esconde um passado rico em história, palco de grandes feitos militares por altura das Invasões Francesas. Restam ainda inúmeros vestígios desse passado a merecerem visita atenta: a Igreja Paroquial de Santa Maria Maior, a Rua Direita, a Casa da Palmatória, a Capela de São Sebastião, a Casa do Fontainho, a Ponte dos Asnos, a Casa de Penidos e a Casa da Ribeira, restaurada e adaptada para acolher os visitantes.
Pensado para receber turistas e de visita obrigatória é o Parque Fluvial do Tâmega, local aprazível na zona ribeirinha, ideal para a prática de atividades desportivas e para o contacto com a natureza. Ali foi construída uma fluvina, com capacidade para 40 embarcações, um edifício de apoio onde funciona o Clube Náutico do Marco de Canaveses e um restaurante panorâmico, plataformas de pesca desportiva, bar, parque de merendas, parque infantil e um circuito pedonal e de manutenção.
É precisamente no Parque Fluvial do Tâmega que parte e termina o recém-criado percurso pedestre “Caminhos de Canaveses”, um trilho de oito quilómetros que engloba toda a freguesia de Sobretâmega, passando na aldeia de Canaveses, que integra a Rota do Românico e a Rota do Vinho do Porto. Prove o pão-podre, típico da região, o anho assado com arroz de forno, o bazulaque e, claro, o vinho verde!


ALDEIA DO FREIXO (MARCO DE CANAVESES)




Uma autêntica viagem ao passado é o que se propõe a quem visita Tongobriga. Situada na freguesia do Freixo, no concelho de Marco de Canaveses, tem como cartão-de-visita os vestígios arqueológicos de uma antiquíssima cidade romana. Classificada pelo IPPAR como monumento nacional, a Estação Arqueológica do Freixo é a prova de que Tongobriga representava um importante centro de atração e decisão no final do século I e início do século II. Numa área de cerca de 50 hectares, são visíveis os vestígios das termas, do fórum, zonas habitacionais e uma necrópole.
Como não poderia deixar de ser, a aldeia desenvolveu-se em torno deste achado arqueológico. O núcleo urbano do Freixo tem sido sujeito a diversas obras de recuperação e restauro, mas mantém as características de uma aldeia tradicional, com as suas casas de granito, o património religioso, as leiras cultivadas e as suas gentes. Enquanto passeia pela aldeia, dedique especial atenção à Casa do Freixo e à Igreja Matriz. Percorra a pé a rota "Dos Flávios à D. Mafalda". Por antigos caminhos e vias romanas, deslumbre-se com a paisagem da região!
Sobranceira a Tongobriga, situada na meia encosta da Serra de Montedeiras, fica a Quinta do Crasto, especializada em turismo escolar e juvenil. Não deixe de saborear o anho assado com arroz de forno, a broa de milho e os doces do Freixo. E porque não levar uma recordação da Loja do Artesão? Fica na rua dos Judeus, bem no centro da aldeia, e lá encontrará um pouco do melhor artesanato local, tal como, a pequena distância, no Centro de Promoção de Produtos Locais da Dolmen.


ALDEIA LUGAR DA RUA (AMARANTE)




Lugar da Rua é uma pequena aldeia da freguesia da Aboadela, concelho de Amarante. Trata-se de um aglomerado com casas típicas e construções agrícolas tradicionais em bom estado de conservação. A sua simplicidade surpreende e encanta ao primeiro olhar. Uma visita mais pormenorizada fará o resto. Há História e estórias para conhecer, artesanato, riqueza natural e humana. Deixe-se conquistar!
Lugar da Rua foi, em tempos idos, sede de Ovelha do Marão e as memórias desse passado permanecem ainda, no núcleo central da aldeia. Aprecie o Pelourinho, o Cruzeiro seiscentista e a Ponte Romana. Na antiga Casa da Câmara, pode ver-se o brasão, símbolo do poder e da autonomia local de então. Para ficar a saber mais sobre a região, aconselha-se uma visita ao Centro Interpretativo e Cultural do Marão, onde poderá adquirir uma série de produtos locais, do artesanato à gastronomia. O Centro Interpretativo dispõe também de alojamento de apoio aos amantes do turismo de natureza.
A praia fluvial é um convite ao descanso e ao lazer mas se é adepto da aventura, saiba que em Lugar da Rua encontra ótimas condições para a prática de desportos náuticos ou rapel. A partir da aldeia os visitantes podem ainda explorar as belezas naturais da Serra do Marão, através dos percursos pedestres Rota do Marancinho e Rota de São Bento. Uma extraordinária forma de conhecer a História da povoação, por entre caminhos ancestrais e em comunhão com a fauna e a flora locais. Em Lugar da Rua existe um espaço de turismo rural, o Casal de Aboadela, casa rústica em granito, do final do século XIX, inserida numa típica propriedade agrícola. Quanto à gastronomia, não deixe de experimentar o arroz de cabidela e o cabrito assado no forno. Acompanhe com um fresco vinho verde da região.


ALDEIA DE OVELHINHA (AMARANTE)




Ovelhinha é uma aldeia da freguesia de Gondar, a cerca de cinco quilómetros de Amarante. Situada na margem do rio Fornelo, é uma pequena aldeia típica, como que renascida das cinzas. Durante as Invasões Francesas, quando as tropas gaulesas batiam em retirada de Amarante, incendiara Ovelhinhas, que ainda hoje conserva as ruínas de algumas casas então destruídas pelo fogo. De resto, trata-se de uma pequena aldeia de traça tradicional, com casas em pedra granítica e alguns solares, como a Casa de Vila Seca, a Casa do Ribeiro ou a Casa de Ovelhinha, datada do século XVII. A Capela de Santo Amaro é local de romaria por altura das festas em honra do santo com o mesmo nome.
Se visitar a região nos meses quentes, refresque-se na praia fluvial criada nas margens do rio Fornelo, com todas as condições para um dia bem passado. Ao longo do ano, a animação está garantida com a Feira do Cavalinho que, todos os meses, atrai centenas de visitantes e onde se vende um pouco de tudo, desde artefactos para a agricultura e gado, roupa e calçado, doces, cavalos, burros e outros animais de quinta.
E terra de moinhos é, quase sempre, terra de pão! Pois saiba que em ali nasceu o Pão de Ovelhinhas, pão de quatro cantos também conhecido por Pão de Padronelo. Algumas padarias da região ainda o produzem nos moldes antigos, em forno de barro, aquecido a lenha, por isso não deixe de o provar. O cabrito assado e o bacalhau na brasa também não deverão faltar na sua mesa! Como recordação, procure o artesanato em barro preto. Na Casa do Oleiro encontrará preciosos exemplares de uma das artes maiores da região.


ALDEIA DE PORTO MANSO (BAIÃO)




“Está ali também à vista do Douro e acasalado com laranjeiras e mais árvores de fruto. Escorre de um monte maneiro em cujo cimo marulham pinheiros… A aldeia ao longe é um presépio bonito”. Em meados da década de 40 do século XX, Alves Redol descrevia assim a aldeia de Porto Manso, num livro com o mesmo nome. Situada na freguesia de Ribadouro, no concelho de Baião, a povoação já não é a mesma ao fim de tantos anos. Cresceu e desenvolveu-se, devido ao extraordinário enquadramento paisagístico com a albufeira da Pala e a foz do rio Ovil.
As antigas estradas romanas, que permaneceram ativas até há poucas décadas, foram sendo substituídas, a vegetação, outrora abundante, tornou-se mais rara, mas o casario, as ruelas estreitas e, claro, o caráter das suas gentes fazem com que Porto Manso conserve ainda o irresistível charme que caracterizava as aldeias durienses do Portugal antigo. Se é adepto de desportos náuticos, encontrará ali condições ideais para a sua prática. Ali, o Douro corre manso e o cais náutico da Pala é um local abrigado e de fácil acostagem de embarcações – daí a designação de Porto Manso. Na aldeia e nas suas proximidades, há diversos locais de interesse, como o Convento de Ancede, a denominada Casa de Souto Moura, a Casa de Tormes, a Casa do Lavrador, a Capela de São Domingos e a Barragem do Carrapatelo.
Se gosta de caminhar, não deixe de percorrer o circuito pedonal “Todos os Caminhos vão dar a Roma”, que segue o trilho da antiga calçada romana que durante séculos ligou Bracara Augusta (Braga) e Emérita Augusta (Mérida). Na zona mais elevada deste percurso, verdadeira lição de História, vai encontrar o Castro de Porto Manso, rodeado de muralhas e fossos defensivos. Aí, a vista panorâmica sobre a região, com o Douro ao fundo, é deslumbrante. A Casa da Torre, a Estalagem Porto Antigo e a Casa do Rebolfe são casas tradicionais, entretanto recuperadas, para receber, a preceito, quem visita Porto Manso. E nenhuma visita fica completa sem experimentar os sabores da região. Delicie-se com os peixes do rio ou o anho assado com arroz de forno. As miniaturas de barcos rabelos, produzidos pelos artesãos locais, são a recordação ideal para levar consigo.

A ATA como entidade dinamizadora das ALDEIAS DE PORTUGAL, possui, para além de uma forte ligação com a população destes territórios rurais, um profundo conhecimento sobre tudo que os caracteriza e define (lendas, tradições, eventos culturais e religiosos, ofícios, actividades. Desta forma, em colaboração com os agentes de desenvolvimento destas aldeias, a ATA apresenta-se disponível para organizar uma estadia personalizada aos seus utilizadores, para que usufruam de tudo o que estes locais têm para oferecer. Se pretender usufruir deste serviço, por favor contacte-nos, para desenvolvermos um programa adequado às suas exigências e ambições.



Para que possa apreciar na sua plenitude tudo o que estes locais têm para oferecer, as Aldeias de Portugal garantem aínda, quer na própria aldeia ou nas suas proximidades, a possibilidade de ficar alojado numa casa de traça tradicional, saborear a gastronomia típica, adquirir artesanato, desfrutar de actividades de animação, percorrer percursos pedestres



Aldeias de Portugal na Rede Europeia
As Aldeias de Portugal constituem a rede nacional de aldeias rurais singulares insinuadas em paisagens edílicas, preservando um passado de tradições expresso no seu edificado, nas suas gentes, cultura, usos e costumes, que por sua vez integram a rede europeia Aldeias de Tradição/Villages of Tradition, definida pelos mesmos princípios.

Aldeias de Tradição
Estas aldeias proporcionam o regresso ás origens, o reviver as memórias de um passado. Num ambiente natural é possível contemplar o património edificado e cultural da herança rural, as artes, tradições e ofícios da sua população, a actividade agro-pecuária, a paisagem e os produtos da terra.





     


                       ONDE A TRADIÇÃO PERMANECE